Monitorização Contínua de Glicose

Perguntas frequentes

Sensores de glicose

Quais as zonas do corpo preferenciais para usar um sensor de glicose?
A posição do sensor da glicose pode variar em função da roupa, do conforto, das preferências do doente ou da experiência pessoal. É possível que os pacientes que utilizam insulina desejem evitar os locais recentes de infusão. Ainda que a maior parte dos doentes escolha a zona abdominal ao nível do estômago, uma zona alternativa pode ser a zona superior dos glúteos. Esta última é menos propensa a movimentos e impactos e é menos afectada pela roupa do que a zona da cintura.
O sensor da glicose tem prazo de validade?
Os sensores da glicose têm um prazo de validade de 6 meses a partir da data de fabrico.O prazo de validade é indicado no exterior da caixa e em cada embalagem individual dos sensores da glicose.
Devo conservar os meus sensores da glicose no frigorífico?
Não é necessário conservar os sensores no frigorífico caso sejam mantidos num local com temperaturas entre os 2˚ e os 27˚ Celsius.
Esta nova rotulagem de temperaturas é válida para os sensores de glicose de fabrico recente. Para identificar estes sensores da glicose, examine o gráfico de temperaturas na parte externa da embalagem do sensor individual ou na lateral da caixa dos sensores da glicose. Os sensores da glicose são fornecidos num invólucro protector de espuma com bolsas de hidrogel refrigeradas para mantê-los a temperaturas entre os 2˚ e os 27˚ Celsius durante o envio.
Os sensores da glicose não se devem congelar.
Se, ainda assim, decidir conservar o sensor da glicose no frigorífico, retire-o do frigorífico cerca de 15 minutos antes de o inserir, para que se adapte à temperatura ambiente.
O sensor de glicose administra insulina?
O sensor da glicose mede os níveis da glicose no líquido intersticial do organismo (líquido onde se encontram as células). Não infunde insulina nem a medição induz automaticamente a infusão de uma determinada quantidade de insulina por parte da bomba. A insulina é administrada através de um conjunto de infusão tradicional que se deve inserir a uma distância mínima de 5 cm do local de inserção do sensor da glicose. O calculador Bolus Wizard®  ajudará a estabelecer a dose de insulina durante o dia e depois de introduzir uma leitura da glicose, por medição capilar, de confirmação.
O que é o sensor de glicose?
O sensor da glicose é um eléctrodo minúsculo que se usa por um período de 3 dias. Após um período de iniciação de 2 horas, o sensor da glicose mede os níveis da glicose no líquido intersticial, local onde as células recebem o oxigénio e os nutrientes, incluindo a glicose. Com  o aplicador Sen-serter®, os pacientes, cuidadores ou os médicos podem introduzir facilmente o sensor da glicose na pele, no tecido subcutâneo. Tal como em numerosos outros tipos de conjuntos de infusão, utiliza-se uma agulha para introduzir o sensor da glicose, agulha essa que  se retira deixando o minúsculo e flexível eléctrodo dentro da pele.  Depois liga-se o sensor da glicose ao transmissor para que se possam transmitir as leituras do sensor da glicose à bomba de insulina ou monitor.
Devo conservar os meus sensores da glicose no frigorífico?
Não é necessário conservar os sensores no frigorífico caso sejam mantidos num local com temperaturas entre os 2˚ e os 27˚ Celsius.
Esta nova rotulagem de temperaturas é válida para os sensores de glicose de fabrico recente. Para identificar estes sensores da glicose, examine o gráfico de temperaturas na parte externa da embalagem do sensor individual ou na lateral da caixa dos sensores da glicose. Os sensores da glicose são fornecidos num invólucro protector de espuma com bolsas de hidrogel refrigeradas para mantê-los a temperaturas entre os 2˚ e os 27˚ Celsius durante o envio.
Os sensores da glicose não se devem congelar.
Se, ainda assim, decidir conservar o sensor da glicose no frigorífico, retire-o do frigorífico cerca de 15 minutos antes de o inserir, para que se adapte à temperatura ambiente.
O que é o sensor de glicose?
O sensor da glicose é um eléctrodo minúsculo que se usa por um período de 3 dias. Após um período de iniciação de 2 horas, o sensor da glicose mede os níveis da glicose no líquido intersticial, local onde as células recebem o oxigénio e os nutrientes, incluindo a glicose. Com  o aplicador Sen-serter®, os pacientes, cuidadores ou os médicos podem introduzir facilmente o sensor da glicose na pele, no tecido subcutâneo. Tal como em numerosos outros tipos de conjuntos de infusão, utiliza-se uma agulha para introduzir o sensor da glicose, agulha essa que  se retira deixando o minúsculo e flexível eléctrodo dentro da pele.  Depois liga-se o sensor da glicose ao transmissor para que se possam transmitir as leituras do sensor da glicose à bomba de insulina ou monitor.
O sensor da glicose tem prazo de validade?
Os sensores da glicose têm um prazo de validade de 6 meses a partir da data de fabrico.O prazo de validade é indicado no exterior da caixa e em cada embalagem individual dos sensores da glicose.
O sensor de glicose administra insulina?
O sensor da glicose mede os níveis da glicose no líquido intersticial do organismo (líquido onde se encontram as células). Não infunde insulina nem a medição induz automaticamente a infusão de uma determinada quantidade de insulina por parte da bomba. A insulina é administrada através de um conjunto de infusão tradicional que se deve inserir a uma distância mínima de 5 cm do local de inserção do sensor da glicose. O calculador Bolus Wizard®  ajudará a estabelecer a dose de insulina durante o dia e depois de introduzir uma leitura da glicose, por medição capilar, de confirmação.
Quais as zonas do corpo preferenciais para usar um sensor de glicose?
A posição do sensor da glicose pode variar em função da roupa, do conforto, das preferências do doente ou da experiência pessoal. É possível que os pacientes que utilizam insulina desejem evitar os locais recentes de infusão. Ainda que a maior parte dos doentes escolha a zona abdominal ao nível do estômago, uma zona alternativa pode ser a zona superior dos glúteos. Esta última é menos propensa a movimentos e impactos e é menos afectada pela roupa do que a zona da cintura.

Transmissor

O que acontece se o transmissor e a bomba de insulina estiverem fora da área de cobertura de rede?
Caso o transmissor e a bomba de insulina,  estejam demasiado afastados (aproximadamente 2 metros), emitirá um som e a mensagem «SINAL DÉBIL» ou «SENSOR PERDIDO» aparecerá no ecrã.
Nas bombas de insulina MiniMed Paradigm® VEO, REAL-Time e no sistema de monitorização contínua da glicose, o utilizador pode ajustar o tempo em que o dispositivo espera antes de avisar sobre uma falha na recepção dos dados de monitorização contínua da glicose (CGM) procedente do transmissor. Este atraso pode ser ajustado entre 5 e 40 minutos. O ajuste pré-definido é de 30 minutos.
Como saber se a bateria do transmissor está ou não carregada?
Quando o nível de carga da bateria do transmissor for baixo, enviará um sinal à bomba de insulina. A bomba de insulina mostrará a mensagem «TRANSM FRACO». Apartir da primeira mensagem«TRANSM FRACO» que indica um nível baixo de carga na bateria, terá aproximadamente 5 dias de uso contínuo até que a bateria se descarregue completamente. Aparecerá a mensagem « CARREG TRANSM» indicando que a bateria se esgotou.
A que distância deve estar o transmissor da bomba de insulina ou do monitor?

O transmissor e a bomba de insulina ou monitor, devem estar a uma distância de, aproximadamente,  2 metros um do outro para permitir a transmissão sem fios.
Que quantidade de dados armazena o transmissor? Se me afastar para fora da área de cobertura de 2 metros, perco os meus dados?
Caso a distância entre o transmissor e a bomba de insulina ou monitor exceda os 2 metros, considera-se que a transmissão está «fora de cobertura». O transmissor tem um autonomia de memória de 40 minutos e portanto, mesmo que o sistema esteja «fora de cobertura», podem-se recuperar os dados da monitorização contínua da glicose (CGM) da bomba de insulina ou do monitor.
Caso o seu sistema esteja fora de cobertura por mais de 40 minutos, notará, quando verificar os relatórios cronológicos, um «vazio de dados» onde falta a informação sobre esse intervalo.
Posso tomar duche, banho ou nadar com o transmissor posto?
O transmissor é estanque pelo que poderá tomar duche, banho ou mesmo nadar com o transmissor e o sensor ligados.
Não obstante, não aconselhamos a mergulhá-los em água muito quente (por exemplo numa banheira de hidromassagem).
A chuva, as salpicadelas ou mesmo a imersão acidental na água não constituem qualquer problema. Para praticar actividades aquáticas pode desligar o transmissor da bomba de insulina, ou monitor.
Enquanto o transmissor estiver a uma distância de aproximadamente 2 metros da bomba de insulina ou do monitor, visualizar-se-ão os dados de monitorização contínua da glicose (CGM) no ecrã da bomba de insulina ou do monitor. Caso os dispositivos estejam fora de cobertura por mais de 40 minutos, só se conseguirão recuperar os últimos 40 minutos. Quando verificar os relatórios cronológicos notará um «vazio de dados» onde faltarão os dados desse intervalo.
O que é um transmissor Minilink?
O transmissor fixa-se ao corpo de forma separada do conjunto de infusão e liga-se ao sensor da glicose. O transmissor fixa-se à pele com um adesivo. O transmissor envia, por radiofrequência, os dados da glicose do sensor para a bomba de insulina de 5 em 5 minutos .
Quanto tempo de vida útil tem o transmissor?
O transmissor tem uma vida útil de aproximadamente 9 meses em condições de uso contínuo.
Como tem uma bateria integrada, deve ser destruído ou reciclado mediante as regras ou as medidas de reciclagem em vigor.
A que distância deve estar o transmissor da bomba de insulina ou do monitor?

O transmissor e a bomba de insulina ou monitor, devem estar a uma distância de, aproximadamente,  2 metros um do outro para permitir a transmissão sem fios.
O que acontece se o transmissor e a bomba de insulina estiverem fora da área de cobertura de rede?
Caso o transmissor e a bomba de insulina,  estejam demasiado afastados (aproximadamente 2 metros), emitirá um som e a mensagem «SINAL DÉBIL» ou «SENSOR PERDIDO» aparecerá no ecrã.
Nas bombas de insulina MiniMed Paradigm® VEO, REAL-Time e no sistema de monitorização contínua da glicose, o utilizador pode ajustar o tempo em que o dispositivo espera antes de avisar sobre uma falha na recepção dos dados de monitorização contínua da glicose (CGM) procedente do transmissor. Este atraso pode ser ajustado entre 5 e 40 minutos. O ajuste pré-definido é de 30 minutos.
Como saber se a bateria do transmissor está ou não carregada?
Quando o nível de carga da bateria do transmissor for baixo, enviará um sinal à bomba de insulina. A bomba de insulina mostrará a mensagem «TRANSM FRACO». Apartir da primeira mensagem«TRANSM FRACO» que indica um nível baixo de carga na bateria, terá aproximadamente 5 dias de uso contínuo até que a bateria se descarregue completamente. Aparecerá a mensagem « CARREG TRANSM» indicando que a bateria se esgotou.
O que é um transmissor Minilink?
O transmissor fixa-se ao corpo de forma separada do conjunto de infusão e liga-se ao sensor da glicose. O transmissor fixa-se à pele com um adesivo. O transmissor envia, por radiofrequência, os dados da glicose do sensor para a bomba de insulina de 5 em 5 minutos .
Posso tomar duche, banho ou nadar com o transmissor posto?
O transmissor é estanque pelo que poderá tomar duche, banho ou mesmo nadar com o transmissor e o sensor ligados.
Não obstante, não aconselhamos a mergulhá-los em água muito quente (por exemplo numa banheira de hidromassagem).
A chuva, as salpicadelas ou mesmo a imersão acidental na água não constituem qualquer problema. Para praticar actividades aquáticas pode desligar o transmissor da bomba de insulina, ou monitor.
Enquanto o transmissor estiver a uma distância de aproximadamente 2 metros da bomba de insulina ou do monitor, visualizar-se-ão os dados de monitorização contínua da glicose (CGM) no ecrã da bomba de insulina ou do monitor. Caso os dispositivos estejam fora de cobertura por mais de 40 minutos, só se conseguirão recuperar os últimos 40 minutos. Quando verificar os relatórios cronológicos notará um «vazio de dados» onde faltarão os dados desse intervalo.
Quanto tempo de vida útil tem o transmissor?
O transmissor tem uma vida útil de aproximadamente 9 meses em condições de uso contínuo.
Como tem uma bateria integrada, deve ser destruído ou reciclado mediante as regras ou as medidas de reciclagem em vigor.
Que quantidade de dados armazena o transmissor? Se me afastar para fora da área de cobertura de 2 metros, perco os meus dados?
Caso a distância entre o transmissor e a bomba de insulina ou monitor exceda os 2 metros, considera-se que a transmissão está «fora de cobertura». O transmissor tem um autonomia de memória de 40 minutos e portanto, mesmo que o sistema esteja «fora de cobertura», podem-se recuperar os dados da monitorização contínua da glicose (CGM) da bomba de insulina ou do monitor.
Caso o seu sistema esteja fora de cobertura por mais de 40 minutos, notará, quando verificar os relatórios cronológicos, um «vazio de dados» onde falta a informação sobre esse intervalo.

Alarmas

O que devo fazer para reduzir o número de alertas que recebo?

É importante reter que, cada alerta tem um propósito específico e chama a atenção para algo importante, por isso há que prestar atenção a todos os tipos de alertas que recebe.

Contudo, pode reduzir o número de alertas que recebe fazendo a respectiva alteração nas configurações ou simplesmente desligando alguns deles. Pode, por exemplo, alterar o alerta dos limites da hipo e hiperglicemia para níveis adequados ao seu caso, desligar o alerta de “glicose alta” quando souber que ela vai subir, ou, ainda, ajustar o tempo de duração do “silenc alerta” de forma a receber menos lembretes.

Poderá, ainda, evitar receber outros alertas se tomar medidas antes que os mesmos ocorram; fazer regularmente a calibração e manter o transmissor a uma distância da bomba de insulina, ou do monitor, não superior a 2 metros para que não se perca a transmissão.

 

 

Por vezes, quando insiro uma leitura do medidor, o sistema indica ERROR CAL. O que significa ERROR CAL e o que devo fazer quando isso acontece?
O ERROR CAL acontece quando a leitura do medidor é muito diferente da leitura CGM. Existem 3 razões principais para que isso aconteça:
  • leitura imprecisa do medidor ou um atraso prolongado entre a medição capilar e a introdução do valor do medidor no sistema CGM. Também pode ocorrer quando utiliza, para a calibração, mais do que um medidor de glicose.
  • calibração durante as alterações súbitas da glicose, como por exemplo depois de comer.
  • ou no caso de haver um problema com o sensor
Caso lhe apareça um ERROR CAL, espere pelo menos 15 minutos (ou mais, caso os valores da glicose mudem subitamente) antes de calibrar com uma nova leitura do medidor. Isto excluirá qualquer imprecisão do primeiro valor de medição de glicose. Para além disso, se os valores da glicose se alteram subitamente, aguarde uns instantes até que os valores estabilizem antes de realizar nova calibração de forma a não se produzir um outro erro. Se o novo valor do medidor ainda diferir muito do da leitura CGM, é possível haver a necessidade de substituir o sensor. Neste caso, o sistema emitirá um ERROR CAL, seguido da mensagem <SENSOR DEFEITUOSO> para as bombas Paradigm® VEO, Paradigm® REAL-Time e Guardian REAL-Time® ou «TROCAR SENSOR» para o monitor. Isto significa que terá que substituir o sensor.
Possuo um sistema MiniMed Paradigm® VEO ou Paradigm® REAL-Time e por vezes aparece uma mensagem SINAL FRACO ou SENSOR PERDIDO. O que significa?
Para poder receber os dados do sensor, a distância entre o transmissor e a bomba de insulina, ou monitor,  deve ser, no máximo de 2 metros.
Se estiverem a uma distância superior pode perder o sinal. Às vezes a proximidade com determinados aparelhos, como por exemplo telemóveis, telefones sem fios, redes sem fios, televisão ou equipamentos de rádio, pode afectar o sinal do transmissor. Caso perca o sinal por mais de 45 minutos, aparecerá a mensagem SENSOR PERDIDO.
O que devo fazer para reduzir o número de alertas que recebo?

É importante reter que, cada alerta tem um propósito específico e chama a atenção para algo importante, por isso há que prestar atenção a todos os tipos de alertas que recebe.

Contudo, pode reduzir o número de alertas que recebe fazendo a respectiva alteração nas configurações ou simplesmente desligando alguns deles. Pode, por exemplo, alterar o alerta dos limites da hipo e hiperglicemia para níveis adequados ao seu caso, desligar o alerta de “glicose alta” quando souber que ela vai subir, ou, ainda, ajustar o tempo de duração do “silenc alerta” de forma a receber menos lembretes.

Poderá, ainda, evitar receber outros alertas se tomar medidas antes que os mesmos ocorram; fazer regularmente a calibração e manter o transmissor a uma distância da bomba de insulina, ou do monitor, não superior a 2 metros para que não se perca a transmissão.


Que limites de SG alta e baixa posso ajustar?
Os limites para o alerta de hiperglicemia podem ser ajustados até 400 mg/dl (22,2 mmol/l) e os de hipoglicemia até 40 mg/dl (2,2 mmol/l). Os limites de hipo e hiperglicemia podem ser personalizados pelo utilizador. Analise e defina os níveis dos limites e os acertos dos alertas com o seu médico.
Os alertas de hipo e hiperglicemia devem diferir no mínimo de 10 mg/dl (0,6 mmol/l). Se ajustar o limite de hiperglicemia para 100 mj/dl (5,6 mmol/l) não poderá ajustar o limite da hipoglicemia superior a 90 mg/dl (4,9 mmol/l)

Se ajustar o limite da hipoglicemia em 50 mg/dl (2,6 mmol/l) não poderá ajustar o limite da hiperglicemia a um valor inferior a 60 mg/dl (3,3 mmol/l).
Qual o volume acústico dos alertas? Tenho um sono pesado, será que o som do alerta me acorda?
Os alertas foram concebidos para ter um volume acústico capaz de despertar uma pessoa de forma a que actue. O sistema emite alertas cujo som supera os 50 decibéis a 1 metro de distância. Este alerta foi ajustado e neste momento tem o volume mais alto de todas as bombas de insulina Paradigm® VEO, Paradigm® REAL-Time e Guardian REAL-Time®.
Por vezes, quando insiro uma leitura do medidor, o sistema indica ERROR CAL. O que significa ERROR CAL e o que devo fazer quando isso acontece?
O ERROR CAL acontece quando a leitura do medidor é muito diferente da leitura CGM. Existem 3 razões principais para que isso aconteça:
  • leitura imprecisa do medidor ou um atraso prolongado entre a medição capilar e a introdução do valor do medidor no sistema CGM. Também pode ocorrer quando utiliza, para a calibração, mais do que um medidor de glicose.
  • calibração durante as alterações súbitas da glicose, como por exemplo depois de comer.
  • ou no caso de haver um problema com o sensor
Caso lhe apareça um ERROR CAL, espere pelo menos 15 minutos (ou mais, caso os valores da glicose mudem subitamente) antes de calibrar com uma nova leitura do medidor. Isto excluirá qualquer imprecisão do primeiro valor de medição de glicose. Para além disso, se os valores da glicose se alteram subitamente, aguarde uns instantes até que os valores estabilizem antes de realizar nova calibração de forma a não se produzir um outro erro. Se o novo valor do medidor ainda diferir muito do da leitura CGM, é possível haver a necessidade de substituir o sensor. Neste caso, o sistema emitirá um ERROR CAL, seguido da mensagem <SENSOR DEFEITUOSO> para as bombas Paradigm® VEO, Paradigm® REAL-Time e Guardian REAL-Time® ou «TROCAR SENSOR» para o monitor. Isto significa que terá que substituir o sensor.
Possuo um sistema MiniMed Paradigm® VEO ou Paradigm® REAL-Time e por vezes aparece uma mensagem SINAL FRACO ou SENSOR PERDIDO. O que significa?
Para poder receber os dados do sensor, a distância entre o transmissor e a bomba de insulina, ou monitor,  deve ser, no máximo de 2 metros.
Se estiverem a uma distância superior pode perder o sinal. Às vezes a proximidade com determinados aparelhos, como por exemplo telemóveis, telefones sem fios, redes sem fios, televisão ou equipamentos de rádio, pode afectar o sinal do transmissor. Caso perca o sinal por mais de 45 minutos, aparecerá a mensagem SENSOR PERDIDO.
Qual o volume acústico dos alertas? Tenho um sono pesado, será que o som do alerta me acorda?
Os alertas foram concebidos para ter um volume acústico capaz de despertar uma pessoa de forma a que actue. O sistema emite alertas cujo som supera os 50 decibéis a 1 metro de distância. Este alerta foi ajustado e neste momento tem o volume mais alto de todas as bombas de insulina Paradigm® VEO, Paradigm® REAL-Time e Guardian REAL-Time®.
Que limites de SG alta e baixa posso ajustar?
Os limites para o alerta de hiperglicemia podem ser ajustados até 400 mg/dl (22,2 mmol/l) e os de hipoglicemia até 40 mg/dl (2,2 mmol/l). Os limites de hipo e hiperglicemia podem ser personalizados pelo utilizador. Analise e defina os níveis dos limites e os acertos dos alertas com o seu médico.
Os alertas de hipo e hiperglicemia devem diferir no mínimo de 10 mg/dl (0,6 mmol/l). Se ajustar o limite de hiperglicemia para 100 mj/dl (5,6 mmol/l) não poderá ajustar o limite da hipoglicemia superior a 90 mg/dl (4,9 mmol/l)

Se ajustar o limite da hipoglicemia em 50 mg/dl (2,6 mmol/l) não poderá ajustar o limite da hiperglicemia a um valor inferior a 60 mg/dl (3,3 mmol/l).

Outros tipos

Os PC's, os telemóveis ou os sistemas de detecção dos aeroportos afectam as bombas de insulina ou os monitores contínuos da Medtronic ?
O design das bombas de insulina MiniMed Paradigm® e dos sistemas de monitorização contínua da glicose proporcionam protecção contra as interferências electromagnéticas comuns, como por exemplo os sistemas de segurança dos aeroportos.
O transmissor Minilink envia informação às bombas de insulina Paradigm® VEO, Paradigm® REAL-Time,  assim como ao Guardian REAL-Time® por meio de radiofrequência. Caso use dispositivos que emitam radiofrequência, como por exemplo telemóveis, telefones sem fios ou redes sem fios, estes podem interferir na comunicação entre os dispositivos. Contudo, esta interferência não significa que os dados enviados sejam incorrectos ou que cause danos à bomba de insulina, monitor ou ao medidor. Para restabelecer a comunicação, afaste-se destes dispositivos ou desligue-os.
Como se desactiva a transmissão de sinais do transmissor à bomba de insulina ou monitor?
O transmissor começa a transmitir logo que se ligue a um sensor. O transmissor enviará dados mesmo que esteja desactivada a função de monitorização contínua da glicose (CGM) da bomba de insulina ou monitor.  Os doentes devem desligar fisicamente o sensor de glicose do transmissor. Caso pretenda, pode deixar o sensor da glicose inserido na pele.
As RM ou as radiografias interferem no sistema?
Se vai fazer uma radiografia, um TAC, um TC ou uma RM ou qualquer outro tipo de exposição à radiação, retire a bomba de insulina, ou monitor, o transmissor e o sensor e afaste-os da área de exposição.
Posso usar os sistemas MiniMed Paradigm® ou Guardian® se viajar de avião? Devo desligar a radiofrequência durante o vôo?

As normas internacionais  e a normativa da (FCC) Federal Communications Commission Americana proibem o uso dos dispositivos, que funcionam com radiofrequência, a bordo dos aviões. Portanto deve desligar o transmissor do sensor da glicose durante a viagem de avião, mas pode continuar a usar a bomba de insulina ou monitor.  Não chega desligar a função de monitorização contínua da glicose (CGM) da bomba de insulina ou do Guardian, já que o transmissor continuará a transmitir os dados por radiofrequência, pelo que deverá desconectar o sensor de glicose do transmissor para interromper esta comunicação.
Durante o vôo, deverá analisar os seus níveis de glicose manualmente com um medidor standard (por exemplo com o monitor Contour Link). Quando descarregar os dados e rever os relatórios cronológicos notará um «vazio de dados» no intervalo dos dados em falta.
As RM ou as radiografias interferem no sistema?
Se vai fazer uma radiografia, um TAC, um TC ou uma RM ou qualquer outro tipo de exposição à radiação, retire a bomba de insulina, ou monitor, o transmissor e o sensor e afaste-os da área de exposição.
Como se desactiva a transmissão de sinais do transmissor à bomba de insulina ou monitor?
O transmissor começa a transmitir logo que se ligue a um sensor. O transmissor enviará dados mesmo que esteja desactivada a função de monitorização contínua da glicose (CGM) da bomba de insulina ou monitor.  Os doentes devem desligar fisicamente o sensor de glicose do transmissor. Caso pretenda, pode deixar o sensor da glicose inserido na pele.
Os PC's, os telemóveis ou os sistemas de detecção dos aeroportos afectam as bombas de insulina ou os monitores contínuos da Medtronic ?
O design das bombas de insulina MiniMed Paradigm® e dos sistemas de monitorização contínua da glicose proporcionam protecção contra as interferências electromagnéticas comuns, como por exemplo os sistemas de segurança dos aeroportos.
O transmissor Minilink envia informação às bombas de insulina Paradigm® VEO, Paradigm® REAL-Time,  assim como ao Guardian REAL-Time® por meio de radiofrequência. Caso use dispositivos que emitam radiofrequência, como por exemplo telemóveis, telefones sem fios ou redes sem fios, estes podem interferir na comunicação entre os dispositivos. Contudo, esta interferência não significa que os dados enviados sejam incorrectos ou que cause danos à bomba de insulina, monitor ou ao medidor. Para restabelecer a comunicação, afaste-se destes dispositivos ou desligue-os.
Posso usar os sistemas MiniMed Paradigm® ou Guardian® se viajar de avião? Devo desligar a radiofrequência durante o vôo?

As normas internacionais  e a normativa da (FCC) Federal Communications Commission Americana proibem o uso dos dispositivos, que funcionam com radiofrequência, a bordo dos aviões. Portanto deve desligar o transmissor do sensor da glicose durante a viagem de avião, mas pode continuar a usar a bomba de insulina ou monitor.  Não chega desligar a função de monitorização contínua da glicose (CGM) da bomba de insulina ou do Guardian, já que o transmissor continuará a transmitir os dados por radiofrequência, pelo que deverá desconectar o sensor de glicose do transmissor para interromper esta comunicação.
Durante o vôo, deverá analisar os seus níveis de glicose manualmente com um medidor standard (por exemplo com o monitor Contour Link). Quando descarregar os dados e rever os relatórios cronológicos notará um «vazio de dados» no intervalo dos dados em falta.